”Que mitos, meu amor, entre os lençóis:
o que tu pensas gozo é tão finito
e o que pensas amor é muito mais.” Hilda Hilst
É ele o homem da mulher que me revelo
E é também daquela outra que eu resguardo.
Mantemos frouxos, mas atados, nossos elos,
Sempre seremos de nós dois o outro lado.
É o meu Amor e lhe reservo a alma nua,
Basta lembrá-lo e já deságuo em meus anseios.
Olhos fechados, falo pouco, quando sua,
Que ele imagine o seu perfume nos meus seios.
Sei do fetiche que ele tem por minhas coxas
Ele também sabe o que tenho: seu umbigo.
Ah, sem falar do lado esquerdo do pescoço
Em que seu beijo deixaria marcas roxas.
Mas sendo eu dele e ele meu, juro, eu nem ligo:
Faríamos amor... em alma, carne e osso...
4 comentários:
Ah! Imaginar um beijo desses?
Só imaginar...Os seus textos
Foram me passando despercebidos
Até que...bem deixa prá lá esses lances espirituais...depois vão me chamar de louco e coisa e TAL...Mas eu estou te visitando para estimar melhoras...não sei se estás doente do físico ou do espiritual...mas enfim: ESTIMO MELHORAS menina hipertalentosa!
P.S: BEIJOS!
não entendi... quem és tu?
magmei-me
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